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TIVIO INSTITUCIONAL RL CP

CNPJ: 06.866.051/0001-87

O Tivio Institucional é um fundo de Crédito Privado, que investe em títulos de dívida de empresas e instituições financeiras brasileiras. Com uma gestão ativa e análise rigorosa dos emissores, o fundo busca rentabilidade consistente e diversificação.

Categorias (Mesa) Crédito Privado
Administrador BEM DTVM
Público-alvo (Investidor) Investidores em geral
Início do fundo 23/02/2005
Taxa de Administração 0,0045% a.a.
Taxa de Gestão 0,1955% a.a.
Taxa de Performance Não há
Patrimônio Líquido
PL Médio 12 meses
Benchmark CDI
Prazo de cotização D+0
Prazo de pagamento D+0 ou D+1 (de acordo com o montante resgatado)

Por que investir?

Gráfico de Rentabilidade

  • 12M
  • 24M
  • 36M
  • LTD
  • MTD
  • YTD
12M Últimos 12 meses 24M Últimos 24 meses 36M Últimos 36 meses LTD Desde o início (Lifetime to Date) MTD Mês atual (Month to Date) YTD Ano atual (Year to Date)

Histórico de Rentabilidade

Informações

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Estratégia de investimento

Fundo de Crédito Privado

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Liquidez

Liquidez Diária

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Estilo de gestão

Gestão Ativa

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Composição da carteira

Portfólio com exposição a crédito corporativo e bancário

Palavra do Gestor

Resumo do Mês

Resumo mensal
31/03/2026

O Fundo Tivio Institucional obteve um retorno de 1,05% (96,41% do CDI) no mês e acumula 4,34% (95,54% do CDI) em2026. A alocação em crédito era de 67%, divididos em títulos corporativos (14%), ativos bancários (51%) e alternativos (2%). O carrego era CDI+0,43% e a duration de 1,35 ano. Em abril, o efeito da variação das debêntures precificadas pela ANBIMA foi neutro. Ao longo do mês, observamos dois momentos distintos: na primeira metade, houve abertura dos spreads; já na segunda metade, os níveis retornaram para patamares próximos aos observados no início do período. Os papéis de crédito atrelados ao CDI apresentaram abertura média de spreads de aproximadamente 0,03% em relação a março. A taxa média encerrou o mês em torno de CDI+1,46% a.a. (ante CDI+1,43% no mês anterior), enquanto a duration média passou para 2,79 anos, praticamente estável em relação aos 2,78 anos observados anteriormente. Durante o mês, também notamos uma maior dificuldade de captação por parte dos fundos de crédito. O aumento dos pedidos de recuperação extrajudicial ao longo do primeiro trimestre elevou a cautela dos investidores em relação aos ativos de crédito, reduzindo o apetite pela classe. Esse movimento impactou diretamente o mercado primário, com empresas encontrando maior dificuldade para acessar o mercado de capitais, além de contribuir para o aumento dos resgates em fundos, o que levou a ajustes generalizados nos spreads e afetou negativamente a performance da indústria. A partir da segunda metade de abril, houve uma recuperação parcialdos spreads de crédito, o que contribuiu para a recomposição de parte da rentabilidade dos fundos. No mercado de crédito, as perdas podem ser compreendidas sob duas óticas: aquelas decorrentes de eventos de crédito, que são definitivas, e aquelas resultantes da abertura de spreads, que tendem a ser temporárias e elevam o carrego e aumentam as oportunidades de geração de alfa dos ativos até o vencimento. Nos fundos daTivio, a performance abaixo do CDI no período decorreu exclusivamente do segundo fator, sem a ocorrência de qualquer evento de crédito na carteira. Do ponto de vista da gestão, mantivemos uma postura cautelosa diante do cenário atual, com níveis de caixa ainda elevados. Reduzimos exposições a ativos com spreads mais comprimidos e seguimos aguardando oportunidades para reassumir risco em patamares mais atrativos. Apesar do ambiente desafiador para a indústria, avaliamos que os gestores, de forma geral, encontram-se mais bem preparados para este ciclo de ajuste do que em episódios anteriores, quando as aberturas de spreads ocorreram de forma mais abrupta e inesperada. No mês,os principais atribuidores de performance dos emissores bancários foram ativos do Banco do Brasil e BancoABC. Entre os emissores corporativos, destacaram-se Hapvida e Argo Energia que contribuíram de forma positiva para os resultados do período. Em sentido oposto, os ativos de AEGEA e Randon apresentaram um desempenho mais fraco, figurando entre os piores retornos do mês.

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo
Sami Karlik, CFA

Sami Karlik, CFA

Head de Crédito Privado e Crédito Estruturado

+22 anos de experiência em mercado financeiro e Crédito. Carreira iniciada na AIG (2004), passou pelo Itaú Unibanco (2005–2008) e Banco Fator (equity research). Em 2012, migrou para crédito no Banco BV, onde foi VP. Desde 2023, é Head de Crédito Privado na Tivio Capital.

Pedro Bento, CFA

Gestor de Fundos de Crédito

Iniciou sua carreira em 2014 como estagiário na área de produtos estruturados na BV Asset (antiga Tivio Capital). No ano de 2021, se tornou gestor de fundos de crédito high grade na Tivio. É formado em administração de empresas pelo Insper.

José Ávila

VP Crédito Privado

Possui mais de 10 anos de experiência com análise de crédito e equity, cobrindo diversos setores. Iniciou sua carreira na Moody’s Investor Service, com passagens pelo Banco BV e Deutsche Bank, onde foi o responsável pela área de crédito do banco no Brasil. Juntou-se ao time de crédito da Tivio Capital em 2025. É formado em administração de empresas pelo Insper com MBA por INSEAD.

Gabriel Bernasconi

Análise de Crédito

Entre os anos de 2021 e 2023, trabalhou no time de crédito privado da Quasar Asset. Em 2024, aceitou se juntou ao time de análise de crédito da Tivio Capital. É formado em administração de empresas pelo Insper.

Gabriel Real

Análise de Crédito

Iniciou sua carreira no Banco Safra, como analista de crédito do segmento de large corporate, onde atuou em análises de crédito das grandes empresas no setor do Agronegócio do portfólio do Banco Safra. É formado em economia pela PUC-SP.

Pedro Nobre

Trader Crédito Privado

Formado em engenharia mecânica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica, possui experiência no mercado financeiro com passagens em áreas de análise de renda fixa local, M&A e Inteligência de Mercado referente a indústria brasileira de fundos. Além disso, teve passagens por grandes casas como Pátria Investimentos e Safra Asset Management.

Luciana Pimentel

VP Crédito Privado

Iniciou a carreira em 2000 no Citibank. Entre os anos de 2001 e 2010, trabalhou no Santander e no Citibank entre as áreas de risco e crédito. Em 2010, juntou-se ao Banco BV, onde atuou nas áreas de ativos especiais, recuperação, concessão e monitoramento de crédito. Então, em 2019, começou na Tivio Capital (ainda BV Asset), onde permanece até os dias atuais e ocupa o cargo deHead de Análise de Crédito.

Informações básicas

Dados essenciais para sua análise

Administrador: BEM DTVM
Público-alvo (Investidor): Investidores profissionais
Início do fundo: 23/02/2005
Taxa de Administração: 0,0045% a.a.
Taxa de Gestão: 0,1955% a.a.
Taxa de Performance: Não há
Benchmark: CDI
Prazo de cotização: D+0
Prazo de pagamento: D+0 ou D+1 (de acordo com o montante resgatado)

Onde investir

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