O Tivio Institucional 15 é um fundo de Crédito Privado, que investe em títulos de dívida de empresas e/ou instituições financeiras, classificadas como high grade e/ou mid grade.
Por que investir?
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Histórico de Rentabilidade
Informações
Palavra do Gestor
Em julho, o mercado foi marcado por menor liquidez nas negociações no mercado secundário e pela continuidade do movimento de fechamento dos spreads de crédito. Nesse ambiente, observou-se maior resistência à compressão de prêmios em ativos de elevada qualidade de crédito, especialmente aqueles expostos a setores mais resilientes e menos sensíveis ao ciclo econômico. Por outro lado, emissores corporativos com perfil mais cíclico apresentaram maior demanda por parte dos investidores, impulsionada por prêmios relativos mais atrativos quando comparados aos ativos de caráter mais defensivo. Esse movimento de busca por ativos com maior prêmio também esteve presente no segmento bancário. Observou-se elevada demanda por Letras Financeiras Subordinadas e perpétuas de bancos S1 e S2, resultando em um expressivo fechamento de spreads desses instrumentos. Em nossa visão, parte do fluxo tradicionalmente direcionado a créditos corporativos mais defensivos acabou sendo absorvido por esses ativos bancários, que ofereciam relação risco-retorno mais atrativa em um contexto de spreads comprimidos. De acordo com levantamento realizado com base nos ativos monitorados pela ANBIMA, os títulos corporativos indexados ao CDI apresentaram fechamento médio de spreads de aproximadamente 0,04% em relação a julho. A taxa média encerrou julho em CDI + 1,20% ao ano, abaixo do CDI + 1,24% observados no mês anterior, com duration média de 2,75 anos. Já em relação aos fluxos da indústria de crédito, observou-se uma captação líquida ligeiramente positiva, próxima de R$ 1 bilhão, considerando os fundos com alocação mínima de 15% em crédito e ao menos 1% em debêntures. O resultado interrompe uma sequência de cinco meses consecutivos de resgates líquidos na categoria. Por sua vez, os fundos com alocação predominantemente concentrada em ativos bancários encerraram julho com captação líquida de aproximadamente R$ 4 bilhões. Apesar de ainda representar um fluxo relevante, o montante ficou abaixo dos R$ 11,4 bilhões registrados no mês anterior, sinalizando uma desaceleração no ritmo de entradas. Além disso, outro vetor relevante para a dinâmica observada ao longo do mês foi um menor volume de ofertas primárias distribuídas quando comparado ao primeiro trimestre de 2026 e ao patamar observado ao longo de 2025. Ainda assim, as emissões que chegaram ao mercado em julho foram marcadas por forte demanda por parte dos investidores, tanto no segmento corporativo quanto no bancário, resultando em compressão de taxas já durante o processo de distribuição. Nesse contexto, a combinação de fluxos positivos para a indústria de crédito, dos vencimentos e amortizações de ativos, de um pipeline de emissões primárias ainda reduzido e do elevado carrego da indústria de fundos atrelados ao CDI, que atualmente soma cerca de R$ 2,5 trilhões, ajuda a explicar o forte apetite dos investidores por ativos de crédito. Como consequência, observou-se a continuidade do movimento de compressão dos spreads de crédito, levando a mediana dos prêmios de mercado a patamares mínimos historicamente observados. Por fim, sob a ótica da gestão, seguimos acompanhando de perto a evolução dos emissores presentes nas carteiras. O momento exige atenção redobrada à trajetória dos indicadores financeiros, à geração de caixa das companhias e a eventuais mudanças em aspectos de governança corporativa. Adicionalmente, diante dos níveis historicamente comprimidos dos spreads de crédito, optamos por manter uma posição de caixa acima da média histórica, com o objetivo de preservar o resultado das carteiras e ampliar a flexibilidade para capturar oportunidades de investimento mais atrativas em eventuais períodos de correção dos prêmios de risco. Nesse cenário, o Tivio Institucional 15 apresentou rentabilidade de 1,37% no mês (113% do CDI), acumulando 8,32% (102% do CDI) no ano. Na parcela de corporativos, os maiores atribuidores de resultado foram Tupy e Unidas, enquanto Hapvida foi o maior detrator.
Equipe
Sami Karlik, CFA
Head de Crédito Privado e Crédito Estruturado
+22 anos de experiência em mercado financeiro e Crédito. Carreira iniciada na AIG (2004), passou pelo Itaú Unibanco (2005–2008) e Banco Fator (equity research). Em 2012, migrou para crédito no Banco BV, onde foi VP. Desde 2023, é Head de Crédito Privado na Tivio Capital.
Pedro Bento, CFA
Gestor de Fundos de Crédito
Iniciou sua carreira em 2014 como estagiário na área de produtos estruturados na BV Asset (antiga Tivio Capital). No ano de 2021, se tornou gestor de fundos de crédito high grade na Tivio. É formado em administração de empresas pelo Insper.
José Ávila
VP Crédito Privado
Possui mais de 10 anos de experiência com análise de crédito e equity, cobrindo diversos setores. Iniciou sua carreira na Moody’s Investor Service, com passagens pelo Banco BV e Deutsche Bank, onde foi o responsável pela área de crédito do banco no Brasil. Juntou-se ao time de crédito da Tivio Capital em 2025. É formado em administração de empresas pelo Insper com MBA por INSEAD.
Gabriel Bernasconi
Análise de Crédito
Entre os anos de 2021 e 2023, trabalhou no time de crédito privado da Quasar Asset. Em 2024, aceitou se juntou ao time de análise de crédito da Tivio Capital. É formado em administração de empresas pelo Insper.
Gabriel Real
Análise de Crédito
Iniciou sua carreira no Banco Safra, como analista de crédito do segmento de large corporate, onde atuou em análises de crédito das grandes empresas no setor do Agronegócio do portfólio do Banco Safra. É formado em economia pela PUC-SP.
Pedro Nobre
Trader Crédito Privado
Formado em engenharia mecânica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica, possui experiência no mercado financeiro com passagens em áreas de análise de renda fixa local, M&A e Inteligência de Mercado referente a indústria brasileira de fundos. Além disso, teve passagens por grandes casas como Pátria Investimentos e Safra Asset Management.
Luciana Pimentel
VP Crédito Privado
Iniciou a carreira em 2000 no Citibank. Entre os anos de 2001 e 2010, trabalhou no Santander e no Citibank entre as áreas de risco e crédito. Em 2010, juntou-se ao Banco BV, onde atuou nas áreas de ativos especiais, recuperação, concessão e monitoramento de crédito. Então, em 2019, começou na Tivio Capital (ainda BV Asset), onde permanece até os dias atuais e ocupa o cargo deHead de Análise de Crédito.
Informações básicas
Administrador: BEM DTVM
Público-alvo (Investidor): Investidores profissionais
Início do fundo: 18/03/2005
Taxa de Administração:
Taxa de Gestão:
Taxa de Performance:
Benchmark: CDI
Prazo de cotização: D+15 (dias corridos)
Prazo de pagamento: D+1 (dia útil)
